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Mostrando postagens de janeiro, 2025

Jeová, Deus Agrário

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Escrito por J Herculano Pires Quando estudamos religião comparada, ou história das religiões, o exame do “horizonte agrícola” nos revela a natureza agrária do deus bíblico Iavé ou Jeová. As diferenças fundamentais existentes entre o Deus bíblico dos hebreus e o Deus evangélico dos cristãos decorre da diferença de horizontes. Jeová é um deus mitológico, em fase de transição para o horizonte espiritual. Nasceu, como todos os deuses agrários, por um processo sincrético. Nele se fundem a experiência concreta da sobrevivência humana, obtida através dos fatos mediúnicos, e a exigência de racionalização do mundo, manifestada nas elaborações mitológicas. Ao mesmo tempo, concepções várias, e até mesmo contraditórias, originadas ao longo da vida tribal e da vida agrícola, também se misturam nessa figura bíblica. Daí as suas contradições, que dão margem a tantas críticas, oriundas da incompreensão do fenômeno e da ignorância do processo  histórico. Encontramos em Jeová, num verdadeiro conflit...

A linha de conduta espírita

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As 17 linhas de conduta espírita I - Ser calmo e moderado II - Ajudar o próximo com todas as forças III - Usar, mas não abusar, dos bens materiais IV - Não julgar o semelhante, pois só Deus conhece os móveis secretos que o faz assim agir. V - Não impor a ninguém o seu modo de compreender a vida e respeitar o de outrem. Ele faz a sua própria experiência. VI - Esclarecer o próximo e ser indulgente. VII - Lembrar-se de que a vida de um homem não lhe pertence. Ser discreto. VIII - Recordar-se de que um mau pensamento é uma força que fere ou cura. IX - Não se esquecer de que um mau pensamento se vira contra que o projeta. X - Não pensar no mal, porque quem é realmente bom não deve temer e, se não for, procurar melhorar. XI - Confiar, durante a desgraça, na providência Divina, que quer o seu adiantamento espiritual. XII - Repusar tranqüilo quando o seu trabalho foi meritório. XIII - Lembrar-se de que o sofrimento é para fazê-lo compreender melhor a infelicidade dos outros. XIV ...

A Tarefa dos Guias Espirituais

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Os guias invisíveis do homem não poderão, de forma alguma, afastar as dificuldades materiais dos seus caminhos evolutivos sobre a face da Terra. O Espaço está cheio de incógnitas para todos os Espíritos. Se os encarnados sentem a existência de fluidos imponderáveis que ainda não podem compreender, os desencarnados estão marchando igualmente para a descoberta de outros segredos divinos que lhes preocupam a mente. Quando falamos, portanto, da influência do Evangelho nas grandes questões sociológicas da atualidade, apontamos às criaturas o corpo de leis, pelas quais devem nortear as suas vidas no planeta. O chefe de determinados serviços recebe regulamentos necessários dos seus superiores, que ele deverá pôr em prática na administração. Nossas atividades são de colaborar com os nossos irmãos no domínio do conhecimento desses códigos de justiça e de amor, a cuja base viverá a legislação do futuro. Os Espíritos não voltariam à Terra apenas para dizerem, aos seus companheiros, das...

Os Preto-Velhos

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Revista Cristã de Espiritismo Entrevista : A respeito dos pretos–velhos, a senhora poderia tecer alguns comentários a respeito da linha e da forma plasmada/roupagem fluídica utilizada pelos espíritos que nela militam? Vó Benedita :  – A linha de pretos-velhos, meus filhos, é uma linha como qualquer outra dentro da Umbanda. Um grande equívoco é pensar que todo preto–velho foi negro, ou morreu velho em sua última encarnação, o que muitos sabem, não é bem verdade. Existem muitos irmãos que utilizam a aparência de preto–velho, mas nunca foram escravos no Brasil nem em qualquer lugar do mundo. Na verdade essa linha nasce como forma de organização de todo um contingente de espíritos que iriam atuar dentro do movimento umbandista que surgia. As primeiras linhas fundamentadas foram a de caboclo e pretos–velhos. Utilizou–se uma figura mítica já presente dentro da cultura brasileira e criou–se toda uma linha de trabalho, onde todos os seus representantes teriam trejeitos e características si...

O Dever

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7. O dever é a obrigação moral da criatura para consigo mesma, primeiro, e, em seguida, para com os outros. O dever é a lei da vida. Com ele deparamos nas mais ínfimas particularidades, como nos atos mais elevados. Quero aqui falar apenas do dever moral e não do dever que as profissões impõem. Na ordem dos sentimentos, o dever é muito difícil de cumprir-se, por se achar em antagonismo com as seduções do interesse e do coração; suas vitórias não têm testemunhas, e suas derrotas não têm repressão. O dever íntimo do homem fica entregue ao seu livre-arbítrio; o aguilhão da consciência, essa guardiã da probidade interior, o adverte e sustenta, mas é quase sempre impotente diante dos sofismas da paixão. O dever do coração, fielmente observado, eleva o homem; como determiná-lo, porém, com exatidão? Onde começa ele? onde termina? O dever começa, para cada um de vós, exatamente no ponto em que ameaçais a felicidade ou a tranqüilidade do vosso próximo; termina no limite que não desejais ninguém ...