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Mostrando postagens de maio, 2026

A inveja

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Revista Espírita, julho de 1858 Dissertação moral ditada pelo Espírito de São Luís ao senhor D..... São Luís nos havia prometido, em uma das sessões da Sociedade, uma dissertação sobre a Inveja. O senhor D..., que começava a se tornar médium, e que ainda duvidava um pouco, não da Doutrina da qual era um dos mais fervorosos adeptos, e que compreende em sua essência, quer dizer, do ponto de vista moral, mas da faculdade que nele se revelava, evocou São Luís, em seu nome particular, e lhe dirigiu a seguinte pergunta : - Consentiríeis dissipar minhas dúvidas, minhas inquietações, sobre minha força medianímica, escrevendo, por meu intermédio, uma dissertação que havíeis prometido à Sociedade para a terça-feira, 1º de junho? - R. Sim; para tranqüilizá-lo, consinto. Foi então que o trecho seguinte lhe foi ditado. Anotaremos que o senhor D... se dirigiu a São Luís com um coração puro e sincero, sem prevenção, condição indispensável para toda boa comunicação! Não era uma prova que fazia: ele nã...

Dinheiro

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O dinheiro não é luz, mas sustenta a lâmpada. Não é a paz, no entanto, é um companheiro para que se possa obtê-la. Não é calor, contudo, adquire agasalho. Não é o poder da fé, mas alimenta a esperança. Não é amor, entretanto, é capaz de erguer-se por valioso ingrediente na proteção afetiva. Não é tijolo de construção, todavia, assegura as atividades que garantem o progresso. Não é cultura, mas apóia o livro. Não é visão, contudo, ampara o encontro de instrumentos que ampliam a capacidade dos olhos. Não é base da cura, no entanto, favorece a aquisição do remédio. Em suma, o dinheiro associado à consciência tranquila, alavanca do trabalho e fonte da benevolência, apoio da educação e alicerce da alegria, é uma bênção do Céu que de modo imediato, nem sempre faz felicidade mas sempre faz falta. (Autor espiritual Bezerra de Menezes / Livro: MEDITAÇÕES DIÁRIAS / FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER)

Respeito ao próximo

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Deus não nos fez desligados da Humanidade. Somos elos da grande corrente universal e as energias divinas que vão alcançar os outros devem passar por nós, beneficiando-nos e ao nosso próximo. Carecemos dos outros, qual eles de nós na imensa vinha do nosso Pai Celestial. Portanto, o nosso segundo dever é amar o próximo, como nos aconselha o Mestre por intermédio do Seu Evangelho de Luz. E amar é acatar os direitos daqueles que andam conosco no mesmo caminho. Nada fazemos sem a participação dos nossos irmãos. Cada um nos ajuda em algo de que carecemos. Somos devedores da humanidade, como também emprestamos a ela o nosso concurso, e a fraternidade é o caminho mais desejado na área do Bem, ao tratarmos com os nossos companheiros. As exigências devem ser feitas a nós para com nós mesmos; o apreço, esse deve ser dirigido aos nossos semelhantes. A imposição é o modo de nos educarmos; a consideração, o ambiente que deve ser feito aos companheiros de labor. O mando deve ser a disposição na disci...

A Mente Destemida e o Corpo Sadio - Versão de um fábula tradicional

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Enquanto meditava, tarde da noite, um santo viu o fantasma da temível doença da varíola entrando na aldeia em que vivia, e exclamou: – Pare, sr. fantasma! Vá embora. Não deve molestar a cidade em que cultuo a Deus. O espectro respondeu: – Só levarei três pessoas, de acordo com meu dever cósmico determinado pelo karma. – Ao ouvir isso, o santo consentiu, com tristeza. No dia seguinte, três pessoas morreram de varíola. Contudo, um dia depois, mais pessoas morreram, e a cada dia outras mais eram vencidas pela temerosa doença. Considerando-se vítima de um grande engodo, o santo meditou profundamente e invocou o fantasma. Quando este chegou, o santo o repreendeu: – Sr. fantasma, o senhor me enganou e mentiu quando disse que só levaria três pessoas com a sua varíola. Mas o espectro respondeu: – Em nome do Grande Espírito, eu lhe falei a verdade. O santo insistiu: – O senhor prometeu levar apenas três, mas um grande número de pessoas sucumbiu à doença. – Só levei três – disse o fantasm...