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Mostrando postagens de agosto, 2025

Segundo advento do Cristo

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43. Disse então Jesus a seus discípulos: “Se algum quiser vir nas minhas pegadas, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me — porquanto, aquele que quiser salvar a vida a perderá e aquele que perder a vida por amor de mim a encontrará de novo. De que serviria a um homem ganhar o mundo inteiro e perder a alma? Ou por que preço poderá o homem comprar sua alma, depois de a ter perdido? — Porque, o Filho do Homem há de vir na glória de seu Pai, com seus anjos, e então dará a cada um segundo as suas obras. Digo-vos, em verdade, que alguns daqueles que aqui se encontram não sofrerão a morte, sem que tenham visto vir o Filho do homem no seu reino.” (Mateus, 16:24 a 28.) 44. Então, levantando-se do meio da assembleia, o sumo sacerdote interrogou a Jesus desta forma: “Nada respondes ao que estes depõem contra ti?” — Mas Jesus se conservava em silêncio e não respondeu. Interrogou-o de novo o sumo sacerdote: “És o Cristo, o Filho de Deus para sempre Bendito?” — Jesus lhe respondeu: “Eu o so...

Missão dos profetas

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4. Atribui-se comumente aos profetas o dom de revelar o futuro, de sorte que as palavras profecia e predição se tornaram sinônimas. No sentido evangélico, a palavra profeta tem mais ampla significação. Diz-se de todo enviado de Deus com a missão de instruir os homens e de lhes revelar as coisas ocultas e os mistérios da vida espiritual. Portanto, um homem pode ser profeta, sem fazer predições. Aquela era a ideia dos judeus, ao tempo de Jesus. Foi por isso que, quando o levaram à presença do sumo sacerdote Caifás, os escribas e os anciães, reunidos, lhe cuspiram no rosto, lhe deram socos e bofetadas, dizendo: “Cristo, profetiza para nós e dize quem foi que te bateu”. Entretanto, deu-se o caso de haver profetas que tiveram a presciência do futuro, quer por intuição, quer por revelação providencial, a fim de transmitirem avisos aos homens. Tendo-se realizados os acontecimentos preditos, o dom de predizer o futuro foi considerado como um dos atributos da qualidade de profeta. O Evangelho S...

Ouvindo o Sermão do Monte

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Emmanuel  Bem-aventurados os aflitos, desde que não convertam a própria dor em azorrague de recriminações sobre a face alheia. Bem-aventurados os que choram,  desde que não transformem as próprias lágrimas em venenosa indução à preguiça. Bem-aventurados os sedentos de justiça, desde que se abstenham de demandas domésticas ou de querelas nos tribunais, que apenas lhes agravariam os próprios débitos, ante a Lei. Bem-aventurados os humildes de espírito, desde que não conduzam a própria modéstia ao caminho do orgulho em que se entregarão, desvairados, à crítica desairosa e à condenação sistemática dos companheiros que lhes partilham a senda. Bem-aventurados os misericordiosos, desde que não façam da compaixão simples peça verbal, para discurso brilhante. Aflição com revolta chama-se desespero. Pranto com rebeldia é poço de fel. Sede de justiça, com reivindicações apressadas, é destrutiva exigência. Singeleza com reproches à conduta alheia é sistema de crueldade. Misericórdia sem e...

Morte e paixão de Jesus

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3. (Após a cura do lunático) — Todos ficaram admirados do grande poder de Deus. E, estando todos presa de admiração pelo que Jesus fazia, disse Ele a seus discípulos: “Guardai bem nos vossos corações o que vos vou dizer. O Filho do Homem tem que ser entregue às mãos dos homens.” — Eles, porém, não entendiam essa linguagem; ela lhes era de tal modo oculta que nada compreendiam daquilo e temiam mesmo interrogá-lo a respeito. (Lucas, 9:44 e 45.) 4. A partir de então, começou Jesus a revelar a seus discípulos que tinha de ir a Jerusalém; que aí tinha de sofrer muito da parte dos senadores, dos escribas e dos príncipes dos sacerdotes; que tinha de ser morto e de ressuscitar ao terceiro dia. (Mateus, 16:21.) 5. Estando na Galileia, disse-lhes Jesus: “O Filho do Homem tem que ser entregue às mãos dos homens; — estes lhe darão morte e Ele ressuscitará ao terceiro dia, o que os afligiu extremamente.” (Mateus, 17:21 e 22.) 6. Ora, indo Jesus a Jerusalém, chamou de parte seus doze discípulos e lh...

Enfermidades

Por Carlos Toledo Rizzini 1. Compreendemos que os desequilíbrios ou enfermidades do Espírito têm início com os abusos e afastamento da Lei Divina. Daí, em o nível de evolução da Terra, sofrimento ser conseqüência da violação da Lei. Toda moléstia é de origem espiritual, razão porque há doentes e não "doenças" propriamente ditas. A medicina terrena começou a compreender isso com o seu conceito de moléstia psicossomática, ou seja, a doença do corpo oriunda de um estado desajustado da mente (tensão, conflito), tal a úlcera péptica do estômago e duodeno e a pressão arterial alta. Psicólogos materialistas e mentores espirituais concordam plenamente na afirmativa de que a Humanidade é constituída maciçamente de mentes enfermas. Dizem os primeiros, sobretudo os psicanalistas, que o homem sadio é uma avis rara, difícil de encontrar. Dos segundos, Emmanuel (Justiça Divina) esclarece que todas nós "somos doentes em laboriosa restauração", devido aos débitos contraídos noutras...