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Mostrando postagens com o rótulo Histórias

Ismael

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Não se pode negar o sentimento de veneração que envolve a nobre figura de Ismael, Guia Espiritual do Brasil. A responsabilidade que detém, na condição de mentor da egrégia Federação Espírita Brasileira – FEB – suscita, da parte da comunidade espírita nacional, um profundo respeito, aliado a um imenso carinho e uma Suva ternura. Certa vez, indagaram a Chico (nota do autor: Chico Xavier): – Como se processam os encontros, nas esferas resplandecentes da Espiritualidade de Emmanuel com Ismael? Qual a postura do admirável Espírito do ex-senador romano, diante da também luminosa entidade a quem confiou Jesus os destinos do Brasil? Resposta do querido médium, serena e firme: – De joelhos! (Trecho extraído do livro: “ Chico Xavier – Mandato de Amor ” – União Espírita Mineira - 1997)

A Inquisição em Portugal

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A Santa Inquisição invadira as terras lusas em 1536, cobrindo-as de luto, disseminando o vento da hipocrisia, matando e destruindo famílias, sem que estas, pelo menos, tivessem o direito de se defender. Quem denunciasse qualquer movimento suspeito aos tribunais, obtinha grande recompensa, e ainda mais, tinha absolvidos todos os seus pecados, mesmo que fossem os "mortais". Portugal era atacada pelos agentes das Cruzadas, agora vestindo a sotaina negra da inquisição. Eram os mesmos Espíritos retomando à Terra, para novos planos de educação. Uma cruz coletiva era o emblema do povo lusitano e Portugal recebia, por misericórdia, falanges e mais falanges de judeus e sírios, e, certamente, muitos grupos de todo o Oriente, como sendo a escória da sociedade, para novas etapas de soerguimento, através da perseguição pelos tribunais inquisitoriais, nas pessoas de crianças, velhos indefesos e mulheres. O destino fez com que fossem perseguidos sem complacência pelos homens que se intitula...

Desencarnação de Hippolyte Léon Denizard Rivail - Allan Kardec

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Hippolyte Léon Denizard Rivail (3 de outubro de 1804, Lyon-FR, 31 de março de 1869, Paris-FR) foi um educador e pesquisador francês. Com o pseudônimo de Allan Kardec, foi o codificador do Espiritismo.  Educado na Escola de Pestalozzi, em Yverdun (Suíça), tornou-se um dos mais eminentes discípulos do método de ensino. Mais tarde tornou-se membro da sociedade europeia erudita da época. De 1835 a 1840, fundou, em sua casa, à rua de Sèvres, cursos gratuitos de Química, Física, Anatomia comparada, Astronomia, entre outros, em um tempo em que poucos tinham a oportunidade de receber este nível de educação. Foi em 1855 que Allan Kardec passou a vivenciar experiências com os espíritos e adotou seu pseudônimo que teve origem em encarnações anteriores. Realizou a tarefa missionária de codificar, isto é, apresentar em livros, metódica, didática e logicamente organizados, comentados e explicados, os postulados da Doutrina Espírita.  Fundou em Paris, a 1º de abril de 1858, a primeira Socied...

Gengis Khan

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Este terrível conquistador ateou fogo na Ásia Central e na Ásia Menor. Onde as patas dos seus cavalos deixassem rastros, a máxima era essa: que ali nada mais nascesse. Quando conquistava uma aldeia ou cidade, rapinava tudo, fazia prisioneiros e estuprava as meninas-moças. Quando derrotado em algumas poucas batalhas, incendiava tudo por onde passasse: essa era a ordem do grande guerreiro. Gengis Khan, um dos chefes da cidade A Cruzada , no astral inferior, na Idade Média foi um cidadão livre na Terra. Essa liberdade custou bastante caro aos seus semelhantes, que não o eram somente na forma física, porém se agregavam a ele pelos sentimentos - a lei dos afins nos une com os nossos velhos companheiros de jornadas infinitas. Como já dissemos alhures. Deus educa as almas por intermédio das próprias almas. Os dois bilhões de Espíritos da cidade negra baixaram à Terra em uma grande oportunidade de recomeço na pauta da disciplina, e, o mundo espiritual não iria, certamente, sacrificar santos, p...

Nas Zonas Inferiores - Nosso Lar

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Eu guardava a impressão de haver perdido a idéia de tempo.  A noção de espaço esvaíra-se-me de há muito. Estava convicto de não mais pertencer ao número dos encarnados no mundo e, no entanto, meus pulmões respiravam a longos haustos. Desde quando me tornara joguete de forças irresistíveis? Im- possível esclarecer. Sentia-me, na verdade, amargurado duende nas grades escuras do horror. Cabelos eriçados, coração aos saltos, medo terrível senhoreando-me, muita vez gritei como louco, implorei piedade e clamei contra o doloroso desânimo que me subjugava o espírito; mas, quando o silêncio implacável não me absorvia a voz estentórica, lamentos mais comovedores que os meus respondiam-me aos clamores. Outras vezes gargalhadas sinistras rasgavam a quietude ambiente. Algum companheiro desconhecido estaria, a meu ver, prisioneiro da loucura. Formas diabólicas, rostos alvares, expressões animalescas surgiam, de quando em quando, agravando-me o assombro. A paisagem, quando não totalmente escura, ...

Allan Kardec, o chefe druída

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Influenciados pela moda que varria a França, os Baudin (Émile-Charles, Clémentine e as filhas Caroline e Julie) começaram a conversar com uma mesa girante em 1853, quando ainda moravam na colônia francesa da Ilha da Reunião, na costa oriental da África. Como em outros lugares, logo constatou-se que a mesa era movida pelas almas dos mortos. Depois de algum tempo, as reuniões passaram a ser dirigidas por um espírito, que se apresentou como o guia espiritual da família. Interrogado a respeito do seu nome, o ser invisível respondeu: - Chamem-me pelo que sou, o zéfiro da verdade. Zéfiro era o nome de um vento típico da região. O apelido pegou. Certa noite, o guia previu que seus protegidos mudariam brevemente para Paris: - Émile arrumará seus negócios e entrará na Escola Naval. Caroline e Julie tomarão professoras mais competentes e encontrarão seus noivos. E eu procurarei contato com um velho amigo e chefe, desde o nosso tempo de druidas. Nessa época, os Baudin não tinham a menor intenção ...

Fé e Esperança

Léon Denis A fé é a confiança da criatura em seus destinos, é o sentimento que a eleva à infinita Potestade, é a certeza de estar no caminho que vai ter à verdade. A fé cega écomo farol cujo vermelho clarão não pode traspassar o nevoeiro; a fé esclarecida é foco elétrico que ilumina com brilhante luz a estrada a percorrer. Ninguém adquire essa fé sem ter passado pelas tribulações da dúvida, sem ter padecido as angústias que embaraçam o caminho dos investigadores. Muitos param em esmorecida indecisão e flutuam longo tempo entre opostas correntezas. Feliz quem crê, sabe, vê e caminha firme. A fé então é profunda, inabalável, e habilita-o a superar os maiores obstáculos. Foi neste sentido que se disse que a fé transporta montanhas, pois, como tais, podem ser consideradas as dificuldades que os inovadores encontram no seu caminho, ou seja, as paixões, a ignorância, os preconceitos e o interesse material.  Geralmente se considera a fé como mera crença em certos dogmas religiosos, aceito...

Vinte Serviços que o Espiritismo faz por Você

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01 - Integra você no conhecimento de sua posição e criatura eterna e responsável, diante da vida.  02 - Expõe o sentido real das lições do Cristo e de todos os outros mentores espirituais da Humanidade, nas diversas regiões do Planeta.  03 - Suprime-lhe as preocupações originárias do medo da morte provando que ela não existe.  04 - Revela-lhe o princípio da reencarnação, determinando o porquê da dor e das aparentes desigualdades sociais.  05 - Confere-lhe forças para suportar as maiores vicissitudes do corpo, mostrando a você que no instrumento físico nos reflete as condições ou necessidades do espírito.  06 - Tranqüiliza você com respeito aos desajustes da parentela, esclarecendo que o lar recebe não somente os afetos, mas também os desafetos de existências passadas, para a necessária regeneração.  07 - Demonstra-lhe que o seu principal templo para o culto da Presença Divina é a consciência.  08 - Liberta-lhe a mente de todos os tabus em matéria de cr...