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Dinheiro

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O dinheiro não é luz, mas sustenta a lâmpada. Não é a paz, no entanto, é um companheiro para que se possa obtê-la. Não é calor, contudo, adquire agasalho. Não é o poder da fé, mas alimenta a esperança. Não é amor, entretanto, é capaz de erguer-se por valioso ingrediente na proteção afetiva. Não é tijolo de construção, todavia, assegura as atividades que garantem o progresso. Não é cultura, mas apóia o livro. Não é visão, contudo, ampara o encontro de instrumentos que ampliam a capacidade dos olhos. Não é base da cura, no entanto, favorece a aquisição do remédio. Em suma, o dinheiro associado à consciência tranquila, alavanca do trabalho e fonte da benevolência, apoio da educação e alicerce da alegria, é uma bênção do Céu que de modo imediato, nem sempre faz felicidade mas sempre faz falta. (Autor espiritual Bezerra de Menezes / Livro: MEDITAÇÕES DIÁRIAS / FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER)

Decálogo do aperfeiçoamento

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André Luiz  1 — Diminua as próprias necessidades e aumente as suas concessões. 2 — Intensifique o seu trabalho e reduza as quotas de tempo inaproveitado. 3 — Eleve as ideias e reprima os impulsos. 4 — Liberte o “homem do presente”, na direção de Jesus e aprisione o “homem do passado” que ainda vive em você. 5 — Vigie os seus gestos, entendendo os gestos alheios. 6 — Persevere no estudo nobre, reconhecendo na vida a escola sagrada de nossa ascensão para Deus. 7 — Julgue a você mesmo e desculpe indistintamente. 8 — Fale com humildade, ouvindo com atenção. 19 — Medite realizando e ore servindo. 10 - Confie no Amor do Eterno e renda culto diário às obrigações em que Ele Mesmo nos situou. XAVIER. Francisco Cândido. VIEIRA . Waldo. *IDEAL Espírita*. por Diversos Espíritos. CEC. 1962.

Em silêncio

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Emmanuel  Se sabes, atende ao que ignora sem ofuscá-lo com a tua luz. Se tens, ajuda ao necessitado, sem molestá-lo com tua posse. Se amas, não firas o objeto amado com exigências. Se pretendes curar, não humilhes o doente. Se queres melhorar os outros, não maldigueis ninguém. Se ensinas a caridade, não te trajes de espinhos, para que teu contato não dilacere os que sofrem. Tem cuidado na tarefa que o Senhor te confiou. É muito fácil servir à vista. Todos querem fazê-lo, procurando o apreço dos homens. Difícil, porém, é servir às ocultas, sem o ilusório manto da vaidade. É por isto que, em todos os tempos, quase todo o trabalho das criaturas é dispersivo e enganoso. Em geral, cuida-se de obter a qualquer preço as gratificações e as honras humanas. Tu, porém, meu amigo, aprende que o servidor sincero do Cristo fala pouco e constrói, cada vez mais, com o Senhor, no divino silêncio do espírito… Vai e serve. Não te deem cuidado as fantasias que confundem os olhos da carne e nem te cons...

Ouvindo o Sermão do Monte

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Emmanuel  Bem-aventurados os aflitos, desde que não convertam a própria dor em azorrague de recriminações sobre a face alheia. Bem-aventurados os que choram,  desde que não transformem as próprias lágrimas em venenosa indução à preguiça. Bem-aventurados os sedentos de justiça, desde que se abstenham de demandas domésticas ou de querelas nos tribunais, que apenas lhes agravariam os próprios débitos, ante a Lei. Bem-aventurados os humildes de espírito, desde que não conduzam a própria modéstia ao caminho do orgulho em que se entregarão, desvairados, à crítica desairosa e à condenação sistemática dos companheiros que lhes partilham a senda. Bem-aventurados os misericordiosos, desde que não façam da compaixão simples peça verbal, para discurso brilhante. Aflição com revolta chama-se desespero. Pranto com rebeldia é poço de fel. Sede de justiça, com reivindicações apressadas, é destrutiva exigência. Singeleza com reproches à conduta alheia é sistema de crueldade. Misericórdia sem e...

Kardec (fragmento)

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Emmanuel  Que é preciso cristianizar a humanidade é afirmação que não padece dúvida; entretanto, cristianizar, na Doutrina Espírita, é raciocinar com a verdade e construir com o bem de todos, para que, em nome de Jesus, não venhamos a fazer sobre a Terra mais um sistema de fanatismo e de negação. Xavier, Francisco Cândido. Pelo Espírito Emmanuel. Publicado na revista Reformador, março de 1961, FEB.

Núcleo de Ideais

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É verdade que, como espíritos, não nos apropriamos de lugares, pois o ambiente para nossas realizações pode ser produzido em qualquer espaço do Orbe terreno. No entanto, compreendemos que o feixe de sentimentos e ideias, quando reunido sob o império do Bem e a luz do Consolador, torna-se, para nós, mentes desencarnadas, um instrumento de amparo a projetos, iniciativas e cometimentos consoladores em favor dos sedentos de fé e dos famintos de esclarecimento.   Feliz é o espírita que compreende que nada é realmente seu e que nada levará da Terra, uma vez que a moeda do Céu é a virtude que o coração produz sob o suor das atividades dignificadoras. Hastear a Bandeira da Doutrina representa o compromisso assumido antes do retorno à matéria, para vivenciar as provas terrenas que depuram a alma.   Quiséramos nós, espíritos alinhados com o sonho de Jesus no seu genuíno Evangelho, perseverar convosco na parceria entre o Além e o Aquém, difundindo os valores do Espiritismo como...

Julgamentos

Emmanuel  Observando os atos dos outros, é importante lembrar que os outros igualmente estão anotando os nossos. Sabemos, no entanto, de experiência própria, que, em muitos acontecimentos da vida, há enorme distância entre as nossas intenções e nossas manifestações. Quantas vezes somos interpretados como ingratos e insensíveis, por havermos assumido atitude enérgica ante determinado setor de nossas relações, após atravessarmos, por longo tempo, complicações e dificuldades, nas quais até mesmo os interesses alheios foram prejudicados em nossas mãos? E quantas outras vezes fomos considerados relapsos ou pusilânimes, à vista de termos praticado otimismo e benevolência, perante aqueles com os quais teremos chegado ao extremo limite da tolerância? Em quantas ocasiões estamos sendo avaliados por disciplinadores cruéis, quando simplesmente desejamos a defesa e a vitória dos entes que mais amamos, e em quantas outras passamos por tutores irresponsáveis e levianos, quando entregamos as cria...

O mandamento maior

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Allan Kardec  Caridade e humildade, tal a senda única da salvação. Egoísmo e orgulho, tal a da perdição. Este princípio se acha formulado nos seguintes precisos termos: "Amarás a Deus de toda a tua alma e a teu próximo como a ti mesmo; toda a lei e os profetas se acham contidos nesses dois mandamentos." E, para que não haja equívoco sobre a interpretação do amor de Deus e do próximo, acrescenta: “E aqui está o segundo mandamento que é semelhante ao primeiro” , isto é, que não se pode verdadeiramente amar a Deus sem amar o próximo, nem amar o próximo sem amar a Deus. Logo, tudo o que se faça contra o próximo o mesmo é que fazê-lo contra Deus. Não podendo amar a Deus sem praticar a caridade para com o próximo, todos os deveres do homem se resumem nesta máxima: FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO. KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Capítulo 15.

Cristo em casa

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Casimiro Cunha  Se desejas extinguir A sombra que aflige e atrasa, Não olvides acender A luz do Evangelho em casa. Quando possível, nas horas De doce união no lar, Estende a Lição Divina Ao grupo familiar. Na chama viva da prece, O culto nobre inicia, Rogando discernimento À Eterna Sabedoria. Logo após, lê, meditando O Texto Renovador Da Boa Nova sublime, Que é fonte de todo o amor. Verás a tranqüilidade, Vestida em suave brilho, Irradiando esperança Em todo o teu domicílio. Ante a palavra do Mestre, Generosa, clara e boa, A experiência na Terra É luta que aperfeiçoa. Mentiras da vaidade, Velhos crimes da avidez, Calúnia e maledicência Desaparecem de vez... Serpentes envenenadas Do orgulho torvo e escarninho, Sob o clarão da verdade, Esquecem-nos o caminho. Dificuldades e provas, Na dor amargosa e lenta, São recursos salvadores Com que o Céu nos apascenta. E o trabalho por mais rude, No campo de cada dia, É dádiva edificante Do bem que nos alivia. É que, na Bênção do Cristo, Clarei...

O grão de mostarda

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Emmanuel  " Se tiverdes fé do tamanho de um grão de mostarda ” ... – assim falou o Senhor. Importante indagar porque não teria o Mestre recorrido a outros símbolos. Jesus poderia ter destacado a grandeza da fé, buscando quadros mais sugestivos. A beleza do Hermon ... A poesia do lago de Genesaré ... O esplendor do firmamento galileu ... A riqueza do Templo de Jerusalém ... Todos esses primores da paisagem que o circulava ofereciam temas vivos para a exaltação da sublime virtude. Entretanto, o Benfeitor Celeste toma a semente minúscula da mostarda, como a dizer-nos que sem o reconhecimento de nossa própria pequenez à frente do Eterno Amor e da Eterna Sabedoria não conseguiremos amealhar o tesouro do entendimento e da confiança que a fé consubstancia em si mesma. A semente microscópica desaparece, em verdade, no seio da Terra, qual se fora inútil ou desprezível, todavia, não se abandona à inércia, por sentir-se relegada ao abandono aparente. Confia-se às leis que nos regem e, na din...

O mandamento maior

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Allan Kardec Caridade e humildade, tal a senda única da salvação. Egoísmo e orgulho, tal a da perdição. Este princípio se acha formulado nos seguintes precisos termos: "Amarás a Deus de toda a tua alma e a teu próximo como a ti mesmo; toda a lei e os profetas se acham contidos nesses dois mandamentos." E, para que não haja equívoco sobre a interpretação do amor de Deus e do próximo, acrescenta: “E aqui está o segundo mandamento que é semelhante ao primeiro” , isto é, que não se pode verdadeiramente amar a Deus sem amar o próximo, nem amar o próximo sem amar a Deus. Logo, tudo o que se faça contra o próximo o mesmo é que fazê-lo contra Deus. Não podendo amar a Deus sem praticar a caridade para com o próximo, todos os deveres do homem se resumem nesta máxima: FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO. KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Capítulo 15. Itens 4 e 5.

Missiva

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Espírito Vallado Rosas Não te prendas à sombra, minha filha... Guarda o teu sonho luminoso e puro E avança para as bênçãos do futuro, Agradecendo a mágoa que te humilha. A dor é a nossa rútila cartilha E embora o nosso trôpego e inseguro, Sobe do vale desditoso e escuro Para o monte onde a luz se estende e brilha. Sobe, vencendo a treva dos caminhos, Entre pedras e acúleos escarninhos Que te marcam a senda da ascensão... E um dia, além da cruz, ao fim da prova, Encontrarás cantando a vida nova Na glória eterna da ressurreição. XAVIER. Francisco Cândido. Mãe: Antologia Mediúnica. Espíritos diversos. O CLARIM. 1987

Dez apontamentos de paz

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André Luiz  1.º — Aprenda a desculpar infinitamente para que os seus erros, à frente dos outros, sejam esquecidos e perdoados. 2.º — Cale-se, diante do escárnio e da ofensa, sustentando o silêncio edificante, capaz de ambientar-lhe a palavra fraterna em momento oportuno. 3.º — Não cultive desafetos, recordando que a aversão por determinada criatura é, quase sempre, o resultado da aversão que lhe impuseste. 4.º — Não permita que o egoísmo e a vaidade, o orgulho e a discórdia se enraízem no seu coração, lembrando que toda a ideia de superestimação dos próprios valores é adubo nos espinheiros da irritação e do ódio. 5.º — Perante o companheiro que se rendeu às tentações de natureza inferior, deixe que a compaixão lhe ilumine os pontos de vista, pensando que, em outras circunstâncias, poderia você ocupar-lhe a indesejável situação e o lugar triste. 6.º — Não erga a sua voz demasiado e nem tempere a sua frase com fel para que a sua palavra não envenene as chagas do próximo. 7.º — Levant...

Com Deus venceremos

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Emmanuel  É possível que a provação te visite algumas vezes. Quando isso ocorra, não te aconselhes com o desânimo. Encoraja-te na fé e caminha para a frente com as tarefas que a vida te confiou. Recorda que as dificuldades que te alcançaram o caminho terão atingido outros companheiros. É razoável reflitas que não és a única criatura atravessando as sombras que te parecem excessivamente pesadas nos ombros. Outros choram e sofrem. Não percas tempo com o frio do desalento ou com a febre do desespero. Ao invés disso, conquanto as provações que te assinalem a marcha, estende mãos socorredoras aos que talvez estejam suportando problemas muito mais difíceis do que os teus. Não te marginalizes. Confiando na Divina Providência, segue adiante e não temas. Sabemos todos que a Infinita Bondade de Deus que nos sustentou ontem, nos sustentará igualmente hoje e, dentro de semelhante convicção, manteremos a certeza de que com Deus venceremos. XAVIER. Francisco Cândido. Convivência. Pelo Espírito E...

Tolerância Divina

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Emmanuel  “ E dizia Jesus: — Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem .” — (Lucas, 23.34) Ouvem-se as opiniões mais disparatadas no que concerne ao perdão e à tolerância de Deus. Aprendizes levianos, a todo instante, referem-se ao problema, com mais infantilidade que espírito de observação e obediência. São raros os que se compenetram da magnitude do assunto. O perdão divino jamais será entendido no quadro da preguiça, do egoísmo pessoal ou da inconstância da criatura. As palavras do Mestre, na cruz, oferecem um roteiro de pensamentos profundos, nesse sentido: — “Perdoa-lhes, meu Pai, porque não sabem o que fazem”, representa uma sentença básica da responsabilidade que o assunto envolve em si mesmo. Num momento, qual o do Calvário, em que a dor se lhe impunha ao Espírito Divino, Jesus roga o perdão de Deus para as criaturas, mas não esquece de assinalar o porquê de Sua solicitação. Seu motivo profundo era o da ignorância em que os homens se mergulhavam. O Mestre compreendia q...

Hora de Luz (fragmento)

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Emmanuel  Embora de pés sangrando e mãos desfalecentes, continua adiante, trabalhando e construindo no erguimento da felicidade do próximo, porquanto a hora de crise é a hora de luz e o momento de revisão das nossas próprias fraquezas; além disso, a época de provação, para cada um de nós, é o ensejo de ampliar a nossa fé, já que nos lances obscuros do cotidiano, quando todos ou quase todos os recursos de sobrevivência nos pareçam falhos nas trilhas do tempo, se guardarmos atenção e paciência, acabamos por reconhecer que estamos todos sustentados pelo Amor Infinito, nos braços invisíveis de Deus. XAVIER. Francisco Cândido. Atenção. Pelo Espírito Emmanuel. CEU. 1981

Vantagens do Perdão

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Emmanuel  _“Porque se perdoardes aos homens as suas ofensas também vosso Pai Celestial vos perdoará a vós…” — Jesus (Mateus, 6.14)_ Quando Jesus nos exortou ao perdão não nos induzia exclusivamente ao aprimoramento moral, mas também ao reconforto íntimo, a fim de que possamos trabalhar e servir, livremente, na construção da própria felicidade. Registremos alguns dos efeitos imediatos do perdão nas ocorrências da vida prática. Através dele, ser-nos-á possível promover a extinção do mal, interpretando-se o mal por fruto de ignorância ou manifestação de enfermidade da mente; impediremos a formação de inimigos que poderiam surgir e aborrecer-nos indefinidamente, alentados por nossa aspereza ou intolerância; liberar-nos-emos de qualquer perturbação no tocante a ressentimento; imunizaremos o campo sentimental dos entes queridos contra emoções, ideias, palavras ou atitudes suscetíveis de marginalizá-los, por nossa causa, nos despenhadeiros da culpa; defenderemos a tarefa sob nossa respon...

Valiosa lembrança

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Emmanuel  Trabalha, criando o bem que puderes. Serve a quantos encontres. Sê bondade e socorro, apoio e eficiência. Mas sempre que te sintas indispensável, lembra o coto de vela, guardado em alguma parte, que se te faz instrumento da luz, quando a lâmpada, à noite, estiver apagada. XAVIER. Francisco Cândido. Aulas da Vida. Espíritos Diversos. IDEAL. 1981.

Em caminho

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Emmanuel  Compadece-te e ajuda A quem te cruze os passos. Levanta os que caíram Sem falar-lhes da queda. Quantos erram no mundo Já padecem por si. Não alargues feridas Que suplicam remédio. A dor roga alegria, A treva espera a luz. Não te esqueças que a vida É presença de Deus. XAVIER. Francisco Cândido. Algo Mais. Pelo Espírito Emmanuel. IDEAL.1980.

Significação do Natal

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J esus está mais próximo na época do Natal: percebem-se um sutilizar de vibrações, um renovar de esperanças, um renascer da Boa Nova, mais fé e amor. Se, para muitos, por falta de compreensão, o Natal é festa quase pagã pela gula, extravagância e ostentação, para os verdadeiros cristãos deve ser um impulso de confraternização e sentimento de regozijo espiritual a se estender pela eternidade afora, irradiando para o mundo todo, com o que este encerre de belo e de disforme, de suave e de áspero, de bom e de mau, pois, se houver amor e boa vontade, tudo se  afeiçoará as leis do Criador sábio e magnânimo que nos atribui responsabilidades e concede recursos para elevação própria e auxílio a todos. Seja o Natal de Jesus efeméride permanente em nossos corações, para que em toda parte haja um raio de amor e uma centelha de entendimento. (Extraído do livro Comentários Evangélicos . Edgar Armond. pelo espírito Bezerra de Menezes. 2002.)