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Mostrando postagens com o rótulo Umbanda e o poder da mediunidade

O império do astral inferior - As forças negras em ação

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Escrito por W. W. da Matta e Silva (Yapacani) É realmente impressionante, fantástico até, constatar como o astral inferior conseguiu penetrar, “tomar pé, fazer morada”, na maioria desses ambientes que adotam concepções esquisitas e praticam certos ritos bárbaros, fetichistas e de uma incrível revivência atávica... E não é só nesses que “tomaram pé, fizeram seu “habitat”.  É de estarrecer, também, quando se vê o que se passa em matéria de “práticas esotéricas” ou “mágicas” nesses grupamentos que se qualificam de iniciáticos, gnósticos, de ocultistas e “orientalistas”. Se, por dentro do chamado meio umbandista se tem vontade de rir. pelas coisas que ocorrem em grande parte dos terreiros, levando-se em conta que são fruto mais da ingenuidade dos simples, nesses outros ambientes dá vontade de gargalhar. Como é que se pode ver criaturas que se intitulam “mestres” e usam nomes iniciáticos pomposos ( quase sempre nomes orientais ) invocar gnomos, ondinas, salamandras e outros “bichinhos” ...

Do efeito de acender velas para as almas

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Escrito por W.W. da Matta e Silva (YAPACANI) É de praxe, nos terreiros, mandar os filhos-de-fé acender velas para as almas, a título de “obrigação”, ou dentro de casa ou no quintal ou também nos cruzeiros do cemitério... Há anos que vimos assistindo a muitos umbandistas de boa-fé, ou muitos crentes, desses que sempre fazem sua “girazinha” firme no terreiro, viverem debaixo de uma eterna agonia e isso sem saberem porque, não obstante irem a todas as sessões, se descarregar, tomar passes, pedir conselhos e orientações diversas aos mesmos “guias”... Como admitir isso? Era a queixa que nos faziam de todo lado, pois se estavam sempre falando com pai Fulano, caboclo Sicrano, sem que obtivesse qualquer modificação em sua agonia ou dificuldade.  Então, entrávamos com nosso velho sistema de sondagem: que haviam feito sobre trabalhos? — que haviam feito sobre certas firmezas? — que haviam mandado fazer ou afirmar? Aí é que vinha a coisa: tinham feito isso ou aquilo para tal ou qual fim. “Ah!...

O Termo Umbanda e seus valores pelo lado brasileiro

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Escrito por W.W. da Matta e Silva (YAPACANI) É lamentável, mas temos de admitir que, apesar da Umbanda já ter atingido, nesses últimos anos, proporções colossais em seu movimento de expansão e penetração em todas as camadas sociais, ainda não deixou de ser um belo GIGANTE desmembrado, subdividido em sua maioria. A falência quase que geral de uma crença firme nas religiões seculares, dogmáticas e bitoladas por regras de suas cúpulas e que não vinham respondendo aos anseios dos que têm fome de saber, e nem dos que se sentem fustigados pelo desespero e por males diversos, levou o povo de todas as classes a procurar nos terreiros, o tipo de socorro que não achou nelas. Compreenda-se... Os tempos são outros. A competição tornou-se duríssima, apelando para “armas” diversas... Os males cresceram mais ainda e foram se mascarando de formas diversas... Em conseqüência os terreiros foram se multiplicando e os crentes, adeptos e simpatizantes foram atingindo a casa dos milhões e seria como ainda é...

O termo Umbanda e seus valores pelo lado Africano

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Escrito por W.W. da Matta e Silva (YAPACANI) É um fato que os Cultos Afros, ou melhor, que os rituais de nação que os primitivos escravos negros fizeram ressurgir no Brasil “a grosso modo”, isto é. como souberam e puderam (em face das condições que vieram e que encontraram e mesmo porque, jamais conseguiram importar sacerdócio organizado), sempre mereceram a observação e o estudo de muitos pesquisadores. Porém, nenhum desses pesquisadores, antropólogos, etnólogos etc. revelaram em suas obras serem Iniciados e nem tampouco deixaram entrever cultura esotérica, o que foi de se lamentar, pois, talvez tivessem penetrado mais a fundo nos conceitos místicos e religiosos espelhados nesses rituais de nações afros que foram crescendo e se firmando até se transformarem nos famosos Candomblés. Todos esses pesquisadores — repetimos — se pautaram apenas na observação externa daquilo que foram vendo, ouvindo e perguntando, ou seja, na observação da exteriorização mística e anímica de suas vivências ...