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Mostrando postagens com o rótulo Espiritismo de Umbanda

Vida Kármica

Definiremos de KARMA ou VIDA KÁRMICA , a provação que cada um tem que passar na vida material, como também, na vida espiritual, conforme a concepção que se faça, ao analisarmos os fenómenos do espírito, quando materializado ou incorpóreo (imaterializado), isto é: quando viva está a matéria, ou quando somente existir o espírito propriamente dito. Como é do conhecimento de todos, existe entre os seres humanos diferentes ordens ou graus de aperfeiçoamento, como também, entre os espíritos, a hierarquia, nos seus diversos caracteres ou prismas, onde têm o seu «habitat". Kardec, classifica em três ordens os caracteres dos espíritos: 1. a — Os que atingiram a perfeição máxima, ou melhor chamados: Os PUROS ESPÍRITOS . 2. a — O meio termo, ou os que chegaram ao meio da escala, nos quais predomina unicamente o desejo do bem. 3. a — Os que se encontram na parte inferior da escala: os ESPÍRITOS IMPERFEITOS , nos quais predominam a ignorância, o apêgo ao mal e todas as reversões que retardam ...

A linha do oriente

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A imagem astral e sincrética da Linha do Oriente Tive a oportunidade de ler um excelente livro sobre as diversas linhas de trabalho existentes na doutrina da Umbanda. Em um dos textos lidos, pude observar especialmente, a famosa linha da " Esquerda ", a linha venerada em quase todos os centros espiritualistas de Umbanda, e até mesmo, centros espíritas ligados pela doutrina espírita, codificada por Kardec. Neste livro, o que me chamou uma atenção especial foi a pouco conhecida " Linha do Oriente ", a linha que compõe espíritos e falanges especializadas em curas, desobsessão, passes, etc. Alguns, entretanto, podem se espantar ou se perguntar: porque esses espíritos (do oriente) usam nomes não-ocidentais como o árabe, persa, hindu, mongol ou muçulmano? Ora, a de se observar primeiro que a espiritualidade e o astral superior opera em todas a religiões existentes na Terra. Separei, pois, um curto e breve aos leitores alguns nomes das falanges trabalhadoras do espaço, que...

O império do astral inferior - As forças negras em ação

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Escrito por W. W. da Matta e Silva (Yapacani) É realmente impressionante, fantástico até, constatar como o astral inferior conseguiu penetrar, “tomar pé, fazer morada”, na maioria desses ambientes que adotam concepções esquisitas e praticam certos ritos bárbaros, fetichistas e de uma incrível revivência atávica... E não é só nesses que “tomaram pé, fizeram seu “habitat”.  É de estarrecer, também, quando se vê o que se passa em matéria de “práticas esotéricas” ou “mágicas” nesses grupamentos que se qualificam de iniciáticos, gnósticos, de ocultistas e “orientalistas”. Se, por dentro do chamado meio umbandista se tem vontade de rir. pelas coisas que ocorrem em grande parte dos terreiros, levando-se em conta que são fruto mais da ingenuidade dos simples, nesses outros ambientes dá vontade de gargalhar. Como é que se pode ver criaturas que se intitulam “mestres” e usam nomes iniciáticos pomposos ( quase sempre nomes orientais ) invocar gnomos, ondinas, salamandras e outros “bichinhos” ...

O termo Umbanda e seus valores pelo lado Africano

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Escrito por W.W. da Matta e Silva (YAPACANI) É um fato que os Cultos Afros, ou melhor, que os rituais de nação que os primitivos escravos negros fizeram ressurgir no Brasil “a grosso modo”, isto é. como souberam e puderam (em face das condições que vieram e que encontraram e mesmo porque, jamais conseguiram importar sacerdócio organizado), sempre mereceram a observação e o estudo de muitos pesquisadores. Porém, nenhum desses pesquisadores, antropólogos, etnólogos etc. revelaram em suas obras serem Iniciados e nem tampouco deixaram entrever cultura esotérica, o que foi de se lamentar, pois, talvez tivessem penetrado mais a fundo nos conceitos místicos e religiosos espelhados nesses rituais de nações afros que foram crescendo e se firmando até se transformarem nos famosos Candomblés. Todos esses pesquisadores — repetimos — se pautaram apenas na observação externa daquilo que foram vendo, ouvindo e perguntando, ou seja, na observação da exteriorização mística e anímica de suas vivências ...

A Cura da Obsessão IX

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Escrito por Leal Souza Cura-se a obsessão, nos centros kardecistas, branda e lentamente, mediante a doutrinação do obsessor, e, como este freqüentemente tem numerosos companheiros, o doutrinador tem de multiplicar os seus esforços. O obsessor, quando se atirou a pratica do mal, usou do livre arbítrio concedido por Deus a todas as criaturas, e o kardecista, no seu rigorismo doutrinário, procura demonstrar-lhe o erro, encaminhando-o oara a felicidade. E, nesse elevado empenho, discute, ensina, pede, até convencê-lo. O obsessor sempre resiste e cede demoradamente. Por isso e para restaurar as forças físicas do obsedado, o kardecista, paralelamente à doutrinação, faz um tratamento de passes. Assim, cura o paciente e ao mesmo tempo regenera o agente do malefício. Na Linha Branca de Umbanda, o processo é mais rápido. O kardecista é um mestre; o filho de Umbanda é um delegado judiciário. Entende que pode usar do seu livre arbítrio para impedir a prática do mal. O espírito, o protetor, é, na L...

Kardecismo ou Espiritismo Científico

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Escrito por Aluizio Fontenelle Instituído por Allan Kardec , seu fundador e principal orientador, que, baseando-se na imortalidade da alma, conseguiu provar perante a humanidade inteira, a existência de fenómenos espirituais, os quais, ligados a correntes cada vez mais crescentes de elementos materiais, pôde legar-nos a origem e o princípio de mais uma ideologia, crença, religião ou ciência, a qual, sob qualquer ponto de vista para o qual inclinarmos as nossas deduções tem se imposto no conceito de quantos militam em suas hostes. O Kardecismo , hoje conhecido pela quase totalidade do mundo civilizado; encarado por muitos sob o ponto de vista religiosa, é sem dúvida um grande passo dado para a a evolução do mundo científico moderna, tendo-se em conta os inúmeros incidentes havidos no que diz respeito ao estudo da ciência médica, ao qual tem prestado relevantes serviços. Com o advento da liberdade que hoje desfruta a humanidade, em seguir esta ou aquela religião, sem a menor preocupação ...

Kardec e o Preto-Velho

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Pouca gente sabe, mas numa das reuniões realizadas na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, Allan Kardec evocou um Espírito que, segundo as terminologias da cultura brasileira, poderia ser classificado como um “preto velho”. Esse encontro, narrado pelo pró-prio Kardec nas páginas da sua histórica “Revista Espírita” (Revue Spirite), de junho de 1859, aconteceu na reunião do dia  25 de março  daquele mesmo ano. Pai César – este o nome do Espírito comunicante – havia desencarnado em  8 de fevereiro  também de 1859 com 138 anos de idade – segundo davam conta as notícias da época –, fato este que certamente chamou a atenção do Codificador, que logo se interessou em obter, da Espiritualidade, mais informações sobre o falecido, que havia encerrado a sua existência física perto de Covington, nos Estados Unidos. Pai César havia nascido na África e tinha sido levado para a Louisiana quando tinha apenas 15 anos. Antes de iniciar a sessão em que se faria presente Pai César,...

Os perigos do Espiritismo II

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II - Os perigos atribuídos ao espiritismo são mais aparentes do que reais. A perturbação ou desequilíbrio nervoso causado pelo receio de ver fantasmas desaparece com a freqüência às sessões, onde o trato com os desencarnados habitua as manifestações de sobrevivência da alma, repondo-as na ordem das coisas naturais. Mas as sessões nem sempre despertam aquele receio, e conforme a natureza da reunião, algumas, empolgando pela beleza ou surpreendendo pelo exotismo das cerimônias, não inspiram mesmo a quem as assiste pela primeira vez, idéia de morte, ou cemitério, pensamento em duende ou defunto. Em relação à loucura, não conheço um só caso determinado pela frequência de centros espíritas. Conheço, é exato e numeroso, os de loucos que, tendo sido levados as sessões, não ficaram curados e foram internados nos hospícios com sendo vitimas do espiritismo. Desprezaram-se, para isso, todos os antecedentes para dar realce, com ânimo combativo, ao efêmero contato desses doentes com os médiuns. ...

Umbanda e o Espiritismo

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Diz-se, com freqüência, que  Umbanda  e  Espiritismo  são a mesma coisa, com uma ou outra variante. Os que assim pensam não refletiram o suficiente sobre os fundamentos de cada doutrina. Uma análise mais acurada nos mostrará que há, entre essas duas correntes espiritualistas, pontos concordantes e discordantes. Vejamos as opiniões concordantes: A Umbanda é espiritualista; o Espiritismo também o é. A Umbanda rende culto a Deus; o Espiritismo também. Nas práticas de Umbanda ocorrem fenômenos mediúnicos; no Espiritismo também. A Umbanda aceita a reencarnação; o Espiritismo também. Na Umbanda se faz caridade; no Espiritismo também. Vejamos os pontos discordantes: O Espiritismo NÃO tem culto material; a Umbanda TEM. O Espiritismo NÃO prescreve qualquer forma de paramento nem comporta o formalismo de funções sacerdotais; a  Umbanda TEM "pais" de terreiro com vestimenta e prerrogativas equivalentes ao exercício de funções sacerdotais. O Espiritismo NÃO admite...

Preto velho no centro espírita

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PRETO VELHO NO CENTRO ESPÍRITA.  Richard Simonetti 1 – O que dizer da manifestação de pretos velhos no Centro Espírita, com seu linguajar peculiar? Não devem ser estimulados a mudar a postura, instruindo-se? Parece-me que a evolução não tem nada a ver com a expressão física ou linguística. Espíritos que se manifestam como pretos velhos podem ser muito evoluídos, tanto quanto branquelos podem ser atrasados 2 –  O problema é quando Espíritos apresentam-se como orientadores. Fica complicado aceitar que um mentor não tenha aprendido a falar Kardec orienta que devemos considerar o conteúdo, não a forma. Respeitando a opção do Espírito, tudo o que nos compete avaliar é se sua mensagem guarda compatibilidade com os princípios espíritas. 3 –  Não devemos, portanto, opor resistência à manifestação de pretos velhos, índios, caboclos? Não vejo motivo para cultivar preconceitos, mesmo porque, não raro, Espíritos dessa condição, menos esclarecidos e ainda vinculados às tradições da ra...