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Possessos

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29. Vieram em seguida a Cafarnaum e Jesus, entrando primeiramente, em dia de sábado, na sinagoga, os instruía. — Admiravam-se da sua doutrina, porque Ele os instruía como tendo autoridade e não como os escribas. Ora, achava-se na sinagoga um homem possesso de um Espírito impuro, que exclamou: — “Que há entre ti e nós, Jesus de Nazaré? Vieste para nos perder? Sei quem és: és o santo de Deus.” — Jesus, porém, falando-lhe ameaçadoramente, disse: “Cala-te e sai desse homem.” — Então, o Espírito impuro, agitando o homem em violentas convulsões, saiu dele. Ficaram todos tão surpreendidos que uns aos outros perguntavam: “Que é isto? Que nova doutrina é esta? Ele dá ordem com império, até os Espíritos impuros, e estes lhe obedecem.” (Marcos, 1:21 a 27.) 30. Tendo eles saído, apresentaram-lhe um homem mudo, possesso do demônio. — Expulso o demônio, o mudo falou, e o povo tomado de admiração, dizia: “Jamais se viu coisa semelhante em Israel.” Mas os fariseus, ao contrário, diziam: “É pelo prínci...

No dia 18 de abril 1857 era lançado, na França, O Livro dos Espíritos

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Livro dos Espíritos. Edição IDE  Publicado em 18 de abril de 1857, O livro dos espíritos inicia o conjunto de cinco publicações codificadas por Allan Kardec. Considerado o Consolador Prometido por Jesus Cristo, o Espiritismo apresenta um novo caminho e a crença de que a vida continua após a morte. Estruturado em quatro partes — Causas primeiras; Mundo espiritual ou dos Espíritos; Leis morais; e Esperanças e consolações —, a obra contém 1.019 perguntas formuladas pelo Codificador, abordando os ensinamentos espíritas, de uma forma lógica e racional, sob os aspectos científico, filosófico e religioso. Reúne assim os ensinos dos Espíritos Superiores por meio de médiuns de várias partes do Mundo. "A verdadeira Doutrina Espírita está no ensino que os Espíritos deram, e os conhecimentos que esse ensino comporta são por demais profundos e extensos para serem adquiridos de qualquer modo, que não por um estudo perseverante, feito no silêncio e no recolhimento. Porque, só dentro desta condiç...