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Mostrando postagens com o rótulo Umbanda

Nossa Senhora do Egito

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02 de abril, festa de Nossa Senhora do Egito. Este título de Maria, Nossa Senhora do Egito, é uma variação do nome Desterro. Quando José e Maria levaram o menino Jesus ao Templo, o velho Simeão disse dele: “Eis que este menino está destinado a ser uma causa de queda e de soerguimento para muitos homens em Israel, e a ser um sinal que provocará contradições. E uma espada transpassará a tua alma, a fim de serem revelados os pensamentos de muitos corações” (Lucas 2,34-35). Estas palavras penetraram bem fundo no coração de Maria, e ela as levou por toda a vida, tendo presentes os sofrimentos de seu filho divino, até o último suspiro na cruz. Não demorou muito para começar o sofrimento. Após a adoração dos reis magos e as palavras do velho Simeão, São Mateus diz em seu evangelho: “Depois de sua partida [dos reis magos] um anjo do Senhor apareceu em sonhos a José e disse: ‘Levanta-te, toma o menino e sua mãe e foge para o Egito, e fica lá até que eu te avise, porque Herodes vai procurar o me...

Festa do Senhor do Bonfim

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A devoção ao Senhor do Bonfim foi introduzida no Brasil no século XVIII por um capitão português que tinha realizado uma promessa caso sobrevivesse a uma tempestade no mar. O Senhor do Bonfim, uma representação de Jesus Cristo, é alvo de grande devoção, sobretudo em Salvador, capital do estado da Bahia. O culto ao Senhor do Bonfim é bem parecido com o que acontece com a Virgem Maria, figura cultuada no catolicismo sob diferentes nomes. No caso do Senhor do Bonfim, a devoção é realizada sob a imagem de Jesus Cristo crucificado. Como o culto ao Senhor do Bonfim chegou ao Brasil? O culto ao Senhor do Bonfim foi trazido para o Brasil em meados do século XVIII. Essa devoção foi introduzida no país por Theodósio Rodrigues de Faria, capitão de mar e guerra da Marinha portuguesa que chegou a ocupar cargos na administração colonial. Theodósio era dono de três navios negreiros, que traziam escravos da África Ocidental para o Brasil. Durante uma tempestade marítima, Theodósio prometeu que, caso s...

Vida Kármica

Definiremos de KARMA ou VIDA KÁRMICA , a provação que cada um tem que passar na vida material, como também, na vida espiritual, conforme a concepção que se faça, ao analisarmos os fenómenos do espírito, quando materializado ou incorpóreo (imaterializado), isto é: quando viva está a matéria, ou quando somente existir o espírito propriamente dito. Como é do conhecimento de todos, existe entre os seres humanos diferentes ordens ou graus de aperfeiçoamento, como também, entre os espíritos, a hierarquia, nos seus diversos caracteres ou prismas, onde têm o seu «habitat". Kardec, classifica em três ordens os caracteres dos espíritos: 1. a — Os que atingiram a perfeição máxima, ou melhor chamados: Os PUROS ESPÍRITOS . 2. a — O meio termo, ou os que chegaram ao meio da escala, nos quais predomina unicamente o desejo do bem. 3. a — Os que se encontram na parte inferior da escala: os ESPÍRITOS IMPERFEITOS , nos quais predominam a ignorância, o apêgo ao mal e todas as reversões que retardam ...

A linha do oriente

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A imagem astral e sincrética da Linha do Oriente Tive a oportunidade de ler um excelente livro sobre as diversas linhas de trabalho existentes na doutrina da Umbanda. Em um dos textos lidos, pude observar especialmente, a famosa linha da " Esquerda ", a linha venerada em quase todos os centros espiritualistas de Umbanda, e até mesmo, centros espíritas ligados pela doutrina espírita, codificada por Kardec. Neste livro, o que me chamou uma atenção especial foi a pouco conhecida " Linha do Oriente ", a linha que compõe espíritos e falanges especializadas em curas, desobsessão, passes, etc. Alguns, entretanto, podem se espantar ou se perguntar: porque esses espíritos (do oriente) usam nomes não-ocidentais como o árabe, persa, hindu, mongol ou muçulmano? Ora, a de se observar primeiro que a espiritualidade e o astral superior opera em todas a religiões existentes na Terra. Separei, pois, um curto e breve aos leitores alguns nomes das falanges trabalhadoras do espaço, que...

Religiões Afro e Espiritismo: uma confusão freqüente

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O Jornal "Extra" de 20 de fevereiro de 2000 publicou em primeira página a seguinte matéria: “ Espíritas benzem a Linha Amarela”. O Jornal "O Dia" de 02 de abril de 2000 também publicou em primeira página: “Rio esotérico atrai turistas. Os turistas australianos pagam R$ 5 mil por tour que inclui passe de Exu Veludo em centro espírita na usina”. Novamente o Jornal "Extra" de 23 de maio de 2000 publicou em primeira página: “ Espíritas ouvidos pelo EXTRA disseram que o baixinho (Romário) foi vítima de olho grande. Jair de Ogum, um dos mais famosos pais-de-santo do Rio, é taxativo: Ele (Romário) também tem culpa nisso, porque renegou o Espiritismo ”. Ora, meus amigos, depois de tudo isso podemos concluir um fato: nossos jornalistas desconhecem por completo o assunto religião, principalmente, quando se referem às religiões Afro e ao Espiritismo. Vale a pena lembrar que o Espiritismo surgiu na França, a partir da publicação de “ O livro dos Espíritos ” em 18 d...

O império do astral inferior - As forças negras em ação

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Escrito por W. W. da Matta e Silva (Yapacani) É realmente impressionante, fantástico até, constatar como o astral inferior conseguiu penetrar, “tomar pé, fazer morada”, na maioria desses ambientes que adotam concepções esquisitas e praticam certos ritos bárbaros, fetichistas e de uma incrível revivência atávica... E não é só nesses que “tomaram pé, fizeram seu “habitat”.  É de estarrecer, também, quando se vê o que se passa em matéria de “práticas esotéricas” ou “mágicas” nesses grupamentos que se qualificam de iniciáticos, gnósticos, de ocultistas e “orientalistas”. Se, por dentro do chamado meio umbandista se tem vontade de rir. pelas coisas que ocorrem em grande parte dos terreiros, levando-se em conta que são fruto mais da ingenuidade dos simples, nesses outros ambientes dá vontade de gargalhar. Como é que se pode ver criaturas que se intitulam “mestres” e usam nomes iniciáticos pomposos ( quase sempre nomes orientais ) invocar gnomos, ondinas, salamandras e outros “bichinhos” ...

O termo Umbanda e seus valores pelo lado Africano

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Escrito por W.W. da Matta e Silva (YAPACANI) É um fato que os Cultos Afros, ou melhor, que os rituais de nação que os primitivos escravos negros fizeram ressurgir no Brasil “a grosso modo”, isto é. como souberam e puderam (em face das condições que vieram e que encontraram e mesmo porque, jamais conseguiram importar sacerdócio organizado), sempre mereceram a observação e o estudo de muitos pesquisadores. Porém, nenhum desses pesquisadores, antropólogos, etnólogos etc. revelaram em suas obras serem Iniciados e nem tampouco deixaram entrever cultura esotérica, o que foi de se lamentar, pois, talvez tivessem penetrado mais a fundo nos conceitos místicos e religiosos espelhados nesses rituais de nações afros que foram crescendo e se firmando até se transformarem nos famosos Candomblés. Todos esses pesquisadores — repetimos — se pautaram apenas na observação externa daquilo que foram vendo, ouvindo e perguntando, ou seja, na observação da exteriorização mística e anímica de suas vivências ...

A Cura da Obsessão IX

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Escrito por Leal Souza Cura-se a obsessão, nos centros kardecistas, branda e lentamente, mediante a doutrinação do obsessor, e, como este freqüentemente tem numerosos companheiros, o doutrinador tem de multiplicar os seus esforços. O obsessor, quando se atirou a pratica do mal, usou do livre arbítrio concedido por Deus a todas as criaturas, e o kardecista, no seu rigorismo doutrinário, procura demonstrar-lhe o erro, encaminhando-o oara a felicidade. E, nesse elevado empenho, discute, ensina, pede, até convencê-lo. O obsessor sempre resiste e cede demoradamente. Por isso e para restaurar as forças físicas do obsedado, o kardecista, paralelamente à doutrinação, faz um tratamento de passes. Assim, cura o paciente e ao mesmo tempo regenera o agente do malefício. Na Linha Branca de Umbanda, o processo é mais rápido. O kardecista é um mestre; o filho de Umbanda é um delegado judiciário. Entende que pode usar do seu livre arbítrio para impedir a prática do mal. O espírito, o protetor, é, na L...

Kardecismo ou Espiritismo Científico

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Escrito por Aluizio Fontenelle Instituído por Allan Kardec , seu fundador e principal orientador, que, baseando-se na imortalidade da alma, conseguiu provar perante a humanidade inteira, a existência de fenómenos espirituais, os quais, ligados a correntes cada vez mais crescentes de elementos materiais, pôde legar-nos a origem e o princípio de mais uma ideologia, crença, religião ou ciência, a qual, sob qualquer ponto de vista para o qual inclinarmos as nossas deduções tem se imposto no conceito de quantos militam em suas hostes. O Kardecismo , hoje conhecido pela quase totalidade do mundo civilizado; encarado por muitos sob o ponto de vista religiosa, é sem dúvida um grande passo dado para a a evolução do mundo científico moderna, tendo-se em conta os inúmeros incidentes havidos no que diz respeito ao estudo da ciência médica, ao qual tem prestado relevantes serviços. Com o advento da liberdade que hoje desfruta a humanidade, em seguir esta ou aquela religião, sem a menor preocupação ...

Os Preto-Velhos

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Revista Cristã de Espiritismo Entrevista : A respeito dos pretos–velhos, a senhora poderia tecer alguns comentários a respeito da linha e da forma plasmada/roupagem fluídica utilizada pelos espíritos que nela militam? Vó Benedita :  – A linha de pretos-velhos, meus filhos, é uma linha como qualquer outra dentro da Umbanda. Um grande equívoco é pensar que todo preto–velho foi negro, ou morreu velho em sua última encarnação, o que muitos sabem, não é bem verdade. Existem muitos irmãos que utilizam a aparência de preto–velho, mas nunca foram escravos no Brasil nem em qualquer lugar do mundo. Na verdade essa linha nasce como forma de organização de todo um contingente de espíritos que iriam atuar dentro do movimento umbandista que surgia. As primeiras linhas fundamentadas foram a de caboclo e pretos–velhos. Utilizou–se uma figura mítica já presente dentro da cultura brasileira e criou–se toda uma linha de trabalho, onde todos os seus representantes teriam trejeitos e características si...

Kardec e o Preto-Velho

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Pouca gente sabe, mas numa das reuniões realizadas na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, Allan Kardec evocou um Espírito que, segundo as terminologias da cultura brasileira, poderia ser classificado como um “preto velho”. Esse encontro, narrado pelo pró-prio Kardec nas páginas da sua histórica “Revista Espírita” (Revue Spirite), de junho de 1859, aconteceu na reunião do dia  25 de março  daquele mesmo ano. Pai César – este o nome do Espírito comunicante – havia desencarnado em  8 de fevereiro  também de 1859 com 138 anos de idade – segundo davam conta as notícias da época –, fato este que certamente chamou a atenção do Codificador, que logo se interessou em obter, da Espiritualidade, mais informações sobre o falecido, que havia encerrado a sua existência física perto de Covington, nos Estados Unidos. Pai César havia nascido na África e tinha sido levado para a Louisiana quando tinha apenas 15 anos. Antes de iniciar a sessão em que se faria presente Pai César,...

Os perigos do Espiritismo II

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II - Os perigos atribuídos ao espiritismo são mais aparentes do que reais. A perturbação ou desequilíbrio nervoso causado pelo receio de ver fantasmas desaparece com a freqüência às sessões, onde o trato com os desencarnados habitua as manifestações de sobrevivência da alma, repondo-as na ordem das coisas naturais. Mas as sessões nem sempre despertam aquele receio, e conforme a natureza da reunião, algumas, empolgando pela beleza ou surpreendendo pelo exotismo das cerimônias, não inspiram mesmo a quem as assiste pela primeira vez, idéia de morte, ou cemitério, pensamento em duende ou defunto. Em relação à loucura, não conheço um só caso determinado pela frequência de centros espíritas. Conheço, é exato e numeroso, os de loucos que, tendo sido levados as sessões, não ficaram curados e foram internados nos hospícios com sendo vitimas do espiritismo. Desprezaram-se, para isso, todos os antecedentes para dar realce, com ânimo combativo, ao efêmero contato desses doentes com os médiuns. ...

Umbanda e o Espiritismo

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Diz-se, com freqüência, que  Umbanda  e  Espiritismo  são a mesma coisa, com uma ou outra variante. Os que assim pensam não refletiram o suficiente sobre os fundamentos de cada doutrina. Uma análise mais acurada nos mostrará que há, entre essas duas correntes espiritualistas, pontos concordantes e discordantes. Vejamos as opiniões concordantes: A Umbanda é espiritualista; o Espiritismo também o é. A Umbanda rende culto a Deus; o Espiritismo também. Nas práticas de Umbanda ocorrem fenômenos mediúnicos; no Espiritismo também. A Umbanda aceita a reencarnação; o Espiritismo também. Na Umbanda se faz caridade; no Espiritismo também. Vejamos os pontos discordantes: O Espiritismo NÃO tem culto material; a Umbanda TEM. O Espiritismo NÃO prescreve qualquer forma de paramento nem comporta o formalismo de funções sacerdotais; a  Umbanda TEM "pais" de terreiro com vestimenta e prerrogativas equivalentes ao exercício de funções sacerdotais. O Espiritismo NÃO admite...

Preto velho no centro espírita

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PRETO VELHO NO CENTRO ESPÍRITA.  Richard Simonetti 1 – O que dizer da manifestação de pretos velhos no Centro Espírita, com seu linguajar peculiar? Não devem ser estimulados a mudar a postura, instruindo-se? Parece-me que a evolução não tem nada a ver com a expressão física ou linguística. Espíritos que se manifestam como pretos velhos podem ser muito evoluídos, tanto quanto branquelos podem ser atrasados 2 –  O problema é quando Espíritos apresentam-se como orientadores. Fica complicado aceitar que um mentor não tenha aprendido a falar Kardec orienta que devemos considerar o conteúdo, não a forma. Respeitando a opção do Espírito, tudo o que nos compete avaliar é se sua mensagem guarda compatibilidade com os princípios espíritas. 3 –  Não devemos, portanto, opor resistência à manifestação de pretos velhos, índios, caboclos? Não vejo motivo para cultivar preconceitos, mesmo porque, não raro, Espíritos dessa condição, menos esclarecidos e ainda vinculados às tradições da ra...

Senhor Exu Caveira

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Guardião Caveira (Sergulath) - Sendo um dos maiorais que trabalham sob as ordens do exu Pinga Fogo que recebe ordem direta do Sr.Omulu, Exu Caveira é o encarregado da vigília dos cemitérios ou dos lugares onde estão enterrados os mortos,ou seja, exu responsável pelas almas!!! Qualquer trabalho a ser feito no cemitério, tem que ter uma salva a essa entidade, caso contrario o trabalho não surte o efeito desejado. As apresentações astrais de entidades desse nome é sempre na forma de uma caveira, costumam trabalhar muito para o bem, em casos de doenças. Usam vestimenta uma capa preta. Ao se moverem, parecem girar um pé enquanto o outro fica travado no chão. é estranho o jeito deles andarem. São bastante desembaraçados para falar. Falam apenas o necessário. Interessam-se bastante pelos problemas das pessoas. Demoram em suas consultas (aconselhamentos). Exu Caveira pertence a linha negativa de Yorima(pretos velhos),sendo serventia da Vovó Maria Conga. Comandos Exu Tata Caveira - Próculo - Ex...